quarta-feira, 30 de junho de 2010

WRC: FIA World Rally Championship


A sigla WRC já apareceu antes no mundo dos video games. O campeonato conhecido como World Rally Championship, da FIA, é uma das opções de corrida para os portadores do PlayStation Portable (PSP) desde 2006. Com a última Electronic Entertainment Expo (E3), entretanto, surgiram novas informações referentes a um game destinado às plataformas PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

Quem esteve em Los Angeles — como os críticos dos sites GameSpot e IGN — teve a oportunidade de brincar com uma versão demonstrativa do jogo. Os desenvolvedores da Milestone (mesma empresa responsável pela franquia SBK e por outros títulos de velocidade) mostraram, de forma clara, que o foco da nova experiência é realmente simular corridas emocionantes para os amantes de rally.

Sem brincadeiras na estrada

Na realidade, o game contará com mais de 40 superfícies que influenciarão de maneira direta no desempenho do carro controlado pelo jogador. E o motorista deverá ser hábil nas pistas, pois o sistema de danos não vai perdoar: portas, para-choques, capôs e até mesmo partes internas poderão ser estragadas ao longo das etapas.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Rage


Rage traz uma mistura interessante. Enquanto que a história flerta descaradamente com o universo de Fallout — ou, para os mais velhos, o universo de Mad Max —, a jogabilidade frenética desenvolvida pelo pessoal que praticamente inventou o gênero de tiro em primeira pessoa lembra muito Far Cry 2, da Ubisoft. Isso sem falar nas corridas com alguns veículos que fariam o V8 de Max parecer algo bem convencional.

Mas a ideia parece ser justamente essa, embora exista ainda algo a ser adicionado: a id pretende ainda para Rage alguns dos mais belos gráficos já produzidos para um console — quer dizer, apesar da impossibilidade de se lançar o game em 3 DVDs para Xbox 360. Bem, a julgar pelas sequências publicadas até o momento, e também pela demonstração trazida pela E3, é provável mesmo que isso ocorra.

Mutantes e arestas bem polidas

Sim, Rage pretende trazer mais uma realidade pós-apocalíptica para dentro do seu console. Só que não se trata de um pós-holocausto nuclear e sua consequente competição por combustível. Na verdade, Rage mostra o que restou da Humanidade após a colisão de um asteroide com a Terra. A propósito, algo que anda bem mais na moda: a inspiração aqui foi um asteroide real, o 99942 Apophis, previsto para se chocar com a Terra em 2036.

Entretanto, ao menos em Rage, a raça humana consegue sobreviver. Ou melhor, uma parte dela; a que ficou isolada dentro dos “arks”. Entretanto, a parcela da população que ficou na superfície do planeta não parece ter sido completamente extinta. Longe disso, eles agora ostentam terríveis mutações, e também desenvolveram estrutura sociais próprias. E você, vindo diretamente do conforto de um “ark”, terá que sobreviver nesse meio.

De qualquer forma, existe um consolo: a id parece particularmente empenhada em tornar a experiência pós-apocalíptica de Rage o mais realista possível. Isso se reflete em uma ótima “draw distance” (distância máxima em que os elementos gráficos são construídos no cenário), em texturas convincentes e expressões faciais que, embora não sejam de fato realistas, transforma o clima de Rage em algo único. Em resumo, o clima em Rage é uma espécie de mistura entre terror e humor “cartunesco”, contando ainda com “belas” paisagens.

domingo, 27 de junho de 2010

I-Fluid


Cansado de games onde você é herói, vilão, monstro ou outra criatura? Quer alguma coisa diferente, mas bem alternativa? Então encare esta aventura onde você estará no controle de uma gota de água.

I-Fluid é um game de aventura muito divertido, onde você deve ajudar a gotinha de água a fugir dos obstáculos e passar pelas telas inteiras, sem que nada caia ou passe por cima dela.

O game é envolvente e os desafios complexos que envolvem muita física, mas são divertidos.

Fuja dos rolos de durex, lápis assassinos e laranjas insanas que querem acabar com a nossa amiga molhada e aprecie cenários fantásticos desenvolvidos com imagens reais digitalizadas e transferidas para ambiente 3D.

São 15 telas para rolar e 3 modos diferentes, cada um com características diferentes e novos desafios para a gota!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

The Fight: Lights Out


Enquanto não chega um jogo que utilize captura de movimento e faça o jogador ter que realmente bater em seus amigos com os quais está jogando, o conceito de The Fight: Lights Out pode servir para preencher a lacuna. Afinal de contas, socar o vazio repetidamente pode ser um pouco estranho de início — mas se o game for bem feito, é até possível se acostumar com a ideia.

Quebrando a cara... Dos outros!

O game coloca o jogador no papel de um lutador de rua. Consequentemente, o objetivo é bastante simples e direto: arrebentar o oponente. Tudo feito através do PlayStation Move, já que o game será um título de lançamento do acessório, disponível ao mesmo tempo. Mesmo assim, não se trata de captação de movimento um para um — alguns deles não são precisamente representados na tela.

Isso significa que seu personagem estará sempre montando guarda — ou seja, estará com os braços levantados em posição de luta. Além disso, é preciso pressionar botões para alternar o tipo de golpe, aplicando cotoveladas e cabeçadas em vez dos socos tradicionais. Ainda assim, socar em direção ao alto fará com que o personagem mire na cabeça do adversário, enquanto socos mais baixos atingirão o corpo do infeliz.


Ao contrário de outros games do tipo, especialmente os do Wii, The Fight: Lights Out parece ser bem mais cadenciado — ou, ao menos, é a impressão extraída da demonstração da E3. Em vez de balançar os braços loucamente na expectativa de que algum de seus socos desvairados acerte o alvo, é preciso calcular calmamente o próximo passo.

Tudo porque existe a necessidade de realizar o movimento de forma correta — para que o PlayStation Eye o capture adequadamente e projete isso na tela. A precisão é boa, mas quando o jogador executa as coisas do jeito certo. Mas, por mais que isso pareça um tanto quanto complicado, na hora da execução tudo é mais intuitivo; e ainda é necessário atacar rapidamente.

Os socos e cotoveladas vão sendo encaixados conforme o jogador se familiariza com os sistemas, e ao ganhar uma luta surge algo parecido com um “fatality” (mas com bem menos violência e sangue, obviamente): é preciso dar um golpe final no adversário. Segundo os desenvolvedores, haverá uma variedade considerável de finalizações, embora na E3 tenha sido mostrada apenas uma bem simples. É possível que até mesmo um sopro no dispositivo possa derrubar o oponente incapacitado!

No que diz respeito aos visuais, o jogo é bem estilizado. Os gráficos todos são em preto e branco, com sangue em vermelho — daquele jeito consagrado por Sin City. Mas existem vários detalhes para complementá-los. Por exemplo, ao surrar o rosto de um inimigo repetidamente, vários hematomas e machucados aparecerão e o sangue começará a escorrer — ou a, literalmente, vazar aos montes. É preciso tomar cuidado para que o mesmo não aconteça com seu personagem!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Jurassic The Hunted – NTSC-U


Jurassic: The Hunted é um jogo que leva os gamers a controlarem Craig Dylan, um expert em armas e sobrevivência. O cenário? Nada mais atraente que o Triângulo das Bermudas. Com isso, Dylan deve enfrentar predadores monstruosos nunca vistos na face da Terra. A experiência é um tanto frenética, sendo que ataques de dinossauros apavorantes vindos de todas as direções mantêm os jogadores ocupados por um bom tempo.

Há, ainda, a possibilidade de participar de combates interessantes dentro de arenas e construções fortificadas. Uma série de modos de sobrevivência variados também serve como diferencial em relação aos demais FPS — games de tiro em perspectiva de primeira pessoa — que envolvem dinossauros.

Outro aspecto interessante de The Hunted é a aplicação de injeções de adrenalina. Isso faz com que Dylan participe da ação em câmera lenta, podendo atingir os pontos fracos das criaturas com maior precisão. De modo geral, um título altamente recomendado para quem gosta de intensidade e ambientes… Jurássicos.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Jogo Red Ocean


Todo mundo sabe que o que não falta por aí é game de tiro, para todos os gostos e tamanhos, alguns originais, mas a maioria nem tanto. “Red Ocean” tenta inovar combinando elementos típicos do gênero com cenas embaixo d´água.

O protagonista é Jack Hard, instrutor de mergulho e caçador de tesouros que descobre, nas profundezas do oceano, uma estação de pesquisa do serviço secreto russo naGuerra Fria. O local agora é controlado por uma organização terrorista, mas, quando Hard se dá conta, já é tarde demais: ele já está envolvido no esquema nefasto.

A característica mais promissora de “Red Ocean” é, naturalmente, a forma como o jogo combina as fases embaixo d´água. Há três aproximações possíveis: na forma líquida, que não somente permite aproximar-se dos inimigos sem ser notado, mas também afogá-los, em temperaturas abaixo de zero e, finalmente, em temperaturas muito elevadas – as duas últimas, como você pode imaginar, são bem perigosas.

sábado, 19 de junho de 2010

Fight Night Round 3


Fight Night Round 3 é a seqüência da famosa franquia de simuladores de boxe da Electronic Arts. O aclamado sistema de socos, defesas e esquivas controlados pelos 2 analógicos das versões anteriores permanece nesta, porém, novos elementos foram adicionados ao game, como os socos de impacto e as lutas clássicas da ESPN.
O modo carreira também foi implementado; agora o jogador deve lutar para aumentar sua popularidade e conseguir lutas de maior repercussão ou aparecer na ESPN. Porém, a maior novidade fica por conta do novo sistema de energia e stamina. Desta vez é possível saber quanto dano seu oponente recebeu de acordo com sua expressão facial, seus movimentos e as marcas de machucados em sua cara.
Há personagens da nova à velha geração que podem ser escolhidos. Entre os 30 atletas selecionáveis e secretos, estão Muhammad Ali, Oscar de la Hoya e Evander Holyfield.