quinta-feira, 25 de março de 2010

Star Wars: The Clone Wars - Republic Heroes


A franquia Star Wars é uma das mais exploradas no entretenimento geral. Tudo começou com os filmes de George Lucas, mas, logo em seguida, o sucesso fez com que a série também aparecesse em outros meios. Livros, vestimentas, desenhos animados e diversos outros tipos de mídia usurparam da fantástica aventura dos Jedis. Nos games, as coisas não foram muito diferentes.

Desde a época do lendário Atari 2600, Star Wars já trazia muita destruição — e diversão — para o mundo dos games. Assim como nas demais mídias, a franquia também se renovou junto com as novidades do entretenimento eletrônico.

Recentemente, Star Wars: The Clone Wars chegou aos cinemas como o primeiro filme a não se encaixar como um episódio junto aos demais seis anteriores. Além disso, The Clone Wars também foi criado totalmente por computação gráfica, e lançou uma nova série de televisão com o mesmo nome.

A LucasArts também resolveu trazer a série animada para os videogames, com o jogo Star Wars: The Clone Wars - Republic Heroes. Recentemente, uma versão demonstrativa foi disponibilizada e o Baixaki Jogos foi conferir de perto esta aventura épica dos Jedis através de uma demo lançada via Xbox Live. A proposta pode até ser boa e divertida, mas um game da série Star Wars poderia oferecer muito mais.
O ataque dos clones

Bem, basicamente, na versão demonstrativa você conta com duas opções para jogar. Mas, além disso, a demo também apresenta uma espécie de enciclopédia em jogo, que traz informações sobre quase tudo que está presente no universo da série The Clone Wars. Nela, você ficará por dentro de cada um dos personagens, sejam vilões ou heróis, e também dos demais itens do game.

Mas, vamos ao que interessa: o jogo. Conforme mencionamos anteriormente, Republic Heroes conta com a opção de dois modos de jogo diferente — na demo, você pode desfrutar de ambos. O jogador pode optar pela campanha Jedi ou Clone, e cada uma delas apresenta um esquema de jogabilidade próprio.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Green Day: Rock Band


GDC 2010: Próxima parada da franquia vem carregada de rock e atitude.
Se você é fã dos jogos da série Rock Band, se prepare, pois Rock Band 3 — com lançamento planejado apenas para o final do ano — não é a próxima parada da franquia. Entre as canções dos Beatles e o novo pacote de músicas da Lady Gaga (que promete divertir muito até mesmo quem não curte tanto o estilo da cantora), quem surge é Green Day: Rock Band!

Durante a semana passada, na Game Developers Conference 2010 (GDC), o novo título da Harmonix chegou até mesmo a ganhar uma noite especial de demonstração, cortesia dos desenvolvedores, que jogaram algumas das canções ao vivo para o público (até perderem em uma das partes mais difíceis).

Som na caixa!

Seis canções foram exibidas no total, sendo que “Brain Stew” e “Jaded” seguiram em um só embalo, juntas no game. Em seguida vieram “Hitchin’ a ride”, o hit “Wake Me Up When September Ends”, “Boulevard of Broken Dreams” e a polêmica “American Idiot”, vista por alguns como uma dose calculada e fria de antinacionalismo.

Assim como no game anterior, a Harmonix trará suporte para duas faixas vocais, visto que os integrantes da banda adoram misturar suas vozes no refrão e em trechos de impacto. Vale notar que elas serão independentes, de modo que cada um dos jogadores terá que acertar uma nota diferente com a voz.

Qualidade na modelagem

Se em Beatles o que vimos foi um enorme esforço para dar “vida” à versão eletrônica dos músicos (da aparência aos movimentos), em Green Day: Rock Band a história parece se repetir. O vocalista Billy Joe Armstrong toma o palco com sua tradicional camisa preta e lápis em redor dos olhos.O baixista Mike Dirnt tem suas costeletas e gestos de palco, enquanto o baterista Tré Cool carrega similaridades faciais enormes, sem falar no penteado típico das apresentações da banda.

segunda-feira, 22 de março de 2010

EA Sports MMA


Brasileiros e pancadaria fiel à realidade no novo jogo de MMA da EA.

Certamente, os eventos de Mixed Martial Arts, ou artes marciais mistas, estão cativando cada vez mais o público de todo o mundo. Lutas entre diversos atletas de vários países distintos, incluindo o Brasil, que tem grande força dentro do esporte, já são sinônimo de diversão para muitos espectadores. Felizmente, no mundo dos games também é possível desfrutar deste espetáculo.

Desde a era do PlayStation, os games de vale-tudo já arrancam regozijos dos jogadores. Lendas do esporte, como Chuck Lidell, Mark Coleman, Bas Rutten, Tito Ortiz, Frank Shamrock, além, é claro, de diversos brasileiros como Ruas e Rizzo estavam na lista de lutadores do primeiro UFC, lançado no ano 2000. O jogo foi apenas o chute inicial para toda uma série que seria despontada nos games.

A mais recente iteração do vale-tudo aos games é UFC Undisputed 2009, lançado este ano para Xbox 360 e PlayStation 3 pela THQ. Desta vez, a desenvolvedora corrigiu vários erros das versões anteriores, criando um título invejável. Em suma, com Undisputed muitos fãs puderam finalmente se sentir na pele de grandes lutadores.

Além do game da THQ, não há qualquer outro concorrente de peso quando o assunto é MMA. Entretanto, a Electronic Arts, uma das maiores empresas da indústria do entretenimento eletrônico, decidiu não deixar barato e também entrou para esta briga. Seu competidor é EA Sports MMA, que promete nocautear qualquer concorrente. Mas será que o jogo é mesmo capaz? Veremos.

Darksiders


Caçado pelo Paraíso e odiado pelo Inferno. Conheça a própria Guerra.

Os jogos no estilo hack ‘n slash estão com força total nesta geração. Além do esperado God of War III, temos também diversos outros títulos que prometem trazer muita brutalidade aos consoles. Bayonetta e Dante’s Inferno são apenas alguns dos exemplos que devem contemplar os fãs do gênero com muita pancadaria e ação.

Entretanto, fora os títulos mencionados, há também Darksiders: Wrath of War. Anunciado há um bom tempo, o jogo conta com diversas semelhanças a Dante’s Inferno, mas também deve se destacar pelas suas características únicas.

A desenvolvedora, Vigil Games, conta com Joe “Mad” Madureira como um dos fundadores. Se você não está familiarizado com este nome, Mad trabalhou, e ainda trabalha, como artista para os quadrinhos da Marvel, desenhando personagens desde a década de 1990. O aclamado artista assume o papel de diretor criativo em Darksiders, o que já é suficiente para deixar-nos ansiosos.

Mas, fora a arte, o que Darksiders tem de tão interessante? Certamente, os fãs do gênero poderão se deliciar com um combate regado por diversas armas diferentes, incluindo espadas, armas e até lançadores de granadas. Além disso, como pano de fundo, o game traz uma história inspirada na Revelação da Bíblia, colocando o jogador na pele de um dos quatro Cavaleiros.

Um Cavaleiro do Apocalipse

No game, você encarnará War, que acaba de cair numa terrível emboscada que resultou em eventos irreversíveis do Apocalipse. Seu personagem acaba sendo banido para a Terra e perde a sua invejável imortalidade, tornando-se um ser quase comum. Seu objetivo é tentar consertar os problemas e limpar de uma vez por todas o nome de War perante seus superiores.

O bacana é que conforme o jogador progride em sua jornada, seu personagem adquire pontos de experiência, que podem ser utilizados para desbloquear novos elementos e também para aprimorar suas armas. Darksiders promete contar com alguns pequenos elementos do RPG, diferenciando-se dos demais títulos do estilo.
Mas, a principal arma de War é sua espada. Com ela, o personagem pode, facilmente, destruir seus oponentes, que variam desde demônios, passando por zumbis, até anjos. Além disso, esta lâmina também é muito útil para eliminar os chefes, pois, em determinados momentos, conta com um ataque que finaliza o oponente com apenas um comando. O resultado de tudo isto são litros e litros de sangue.

War também pode realizar outros ataques especiais, nos quais utiliza sua espada de várias maneiras distintas. Em um dos exemplos, o protagonista roda sua espada na vertical e horizontal, se tornando uma verdadeira hélice mortal. E estes são apenas alguns dos ataques disponíveis.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Xbox 360 passará a contar com armazenamento USB.


O Xbox 360 dve ganhar um recurso a mais: o uso de USB. Isso segundo o Joystiq, blog de games famoso no mundo.

Segundo os relatos, uma atualização no software do console passaria a permitir que qualquer dispositivo USB servisse como memória - seja um pendrive, seja um HD externo. O limite, porém, é de 16 GB.

O sistema irá permitir até dois USB com 16 GB, o que dá até 32 GB extras de memória.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Lara Croft and the Guardian of Light


A série Tomb Raider, responsável por tornar famosa sua protagonista Lara Croft, é sem dúvida alguma um dos pilares dos games de ação/plataforma contemporâneos. Até mesmo o jogo escolhido por nós como melhor de 2009 — Uncharted 2: Among Thieves — inspirou-se grandemente nas aventuras da inglesa de shorts curtos. Agora, um jogo que leve o nome dela é algo novo...

Nada de reinventar a roda

Enquanto muitos esperavam que um eventual jogo da Srta. Croft fosse alçar a franquia de volta a seu lugar de glória ao efetuar mudanças drásticas, o que vemos é, na verdade, algo bem menos ambicioso. Lara Croft and the Guardian of Light busca explorar as raízes do que tornou Tomb Raider tão bem-sucedido, mas de uma maneira pouco ousada, caminhando com cuidado.

A começar pela trama, que é razoavelmente simples e coloca o jogador atrás de mais um artefato antigo. Só que, desta vez, a protagonista estará acompanhada de um nativo Maia chamado Totec. O foco da coisa toda é em uma experiência cooperativa, sendo que no caminho os personagens poderão encontrar todo tipo de adversidade — desde mortos-vivos até lagartos gigantescos.

O estilo de visão também foi ligeiramente alterado para comportar o escopo mais limitado do jogo, trazendo uma câmera isométrica com um sistema de pontuação que fará os jogadores mais antigos perceberem um quê de Pitfall — especialmente se considerarmos o aspecto Maia do misterioso cidadão que resolveu acompanhar Lara Croft em suas peripécias.

Na hora da batalha, a ação fica facilmente visível por todos os ângulos, uma diferença considerável dos Tomb Raider. Ainda mais se considerarmos que as hordas de inimigos são despachadas de uma forma bastante acéfala, apenas detonando tudo o que vier pelo caminho sem muita consideração pelo bem-estar dos ambientes ao redor.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned


Esqueça Jack Sparrow. Quem manda aqui é o Capitão Sterling!

Quando os jogos relacionados aos filmes e às séries televisivas são lançados (os famosos “Tie-in”, como Transformers, Lost ou até mesmo G.I. Joe: The Rise of the Cobra), normalmente a intenção das desenvolvedoras é justamente recontar a história que se passou nas telonas, aproveitando temática e herói.

Para o novo jogo da franquia Piratas do Caribe — intitulado Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned — a vontade do diretor Alex Peters é justamente se livrar do enredo central dos filmes, reutilizando apenas o universo mágico, rodeado de cidades costeiras e de muitos fenômenos sobrenaturais.

Infelizmente, isso significa que também não teremos o misterioso e divertido Jack Sparrow. Quem entra em cena é o capitão Jamer Sterling, supostamente dotado das mesmas reviravoltas humorísticas, mas com uma visão bem mais abrangente de seu mundo, algo que possibilitará aos jogadores muitas viagens.



Explorando os sete mares

Armada of the Damned é em grande parte um jogo livre, seguindo o exemplo de Grand Theft Auto. Você tem o direito de seguir para praticamente todas as localidades já de início (incluindo a ilha de Tortuga), cumprindo com as missões principais — em partes mais lineares — ou seguindo pelas tarefas adicionais, as famosas “sidequests”.

Se há deslocamento de um ponto ao outro, isso significa que você passará bom tempo de suas partidas navegando pelos mares e oceanos, em busca de tesouros e aventuras. Na realidade, esse game trará muito mais características de RPGs do que seus antecessores. Saiba que isso não significa de modo algum a ausência de ação: a intenção é fazer com que os jogadores passem por muitos momentos de desespero, com cenários inteiros explodindo pelos ares.

O combate foi revitalizado, entrando na jogada uma fórmula mais simplificada que permite aos mais inexperientes prosseguir pela maioria das situações apenas pressionando os botões de ataque. Cabe notar que magias também têm espaço aqui, ao lado das tradicionais espadadas e de outros golpes variados.

Amaldiçoados pela eternidade

Como você pode perceber, a proposta neste novo game é muito similar à trazida por outro RPG: Fable. Até mesmo a transformação do seu personagem se dará de forma similar: de acordo com o seu alinhamento (entre bem ou mal), o guerreiro terá sua aparência modificada, indo desde um lendário capitão com vestes douradas até o mais podre e amaldiçoado visual, com esqueleto à vista, proteções de ferro e âncora como arma.

Sua moral é formada pelas ações lendárias ou pelos atos temidos (Legendary ou Dreaded Acts). O primeiro envolve fugas épicas, com explosões e ação de primeira, exatamente como visto nos filmes. Já os atos temidos remetem diretamente à matança de inocentes e de outras ações mais do que deploráveis...

Mas ao contrário da maioria dos outros jogos, Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned promete atormentar constantemente a consciência do jogador, botando em xeque as decisões, sejam elas boas ou ruins, oferecendo recompensas ou castigos pelas tomadas de decisão. Em outras palavras, será complicado manter o alinhamento firme no decorrer da história.

Uma mudança considerável

Ainda é muito cedo para julgarmos Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned, entretanto, é inegável o esforço da equipe de desenvolvedores em tentar revitalizar o nome da franquia no mundo dos jogos, considerando que os capítulos passados foram no mínimo uma enorme decepção para os fãs.

O novo episódio está partindo para longe da simples ação linear, abrindo espaço para que os jogadores explorem enormes cenários e mares de todos os tipos, com rochas, perigos e muito ouro para os grandes aventureiros. Fiquem ligados, pois esta aventura chega às prateleiras até setembro deste ano.