quarta-feira, 17 de março de 2010

Lara Croft and the Guardian of Light


A série Tomb Raider, responsável por tornar famosa sua protagonista Lara Croft, é sem dúvida alguma um dos pilares dos games de ação/plataforma contemporâneos. Até mesmo o jogo escolhido por nós como melhor de 2009 — Uncharted 2: Among Thieves — inspirou-se grandemente nas aventuras da inglesa de shorts curtos. Agora, um jogo que leve o nome dela é algo novo...

Nada de reinventar a roda

Enquanto muitos esperavam que um eventual jogo da Srta. Croft fosse alçar a franquia de volta a seu lugar de glória ao efetuar mudanças drásticas, o que vemos é, na verdade, algo bem menos ambicioso. Lara Croft and the Guardian of Light busca explorar as raízes do que tornou Tomb Raider tão bem-sucedido, mas de uma maneira pouco ousada, caminhando com cuidado.

A começar pela trama, que é razoavelmente simples e coloca o jogador atrás de mais um artefato antigo. Só que, desta vez, a protagonista estará acompanhada de um nativo Maia chamado Totec. O foco da coisa toda é em uma experiência cooperativa, sendo que no caminho os personagens poderão encontrar todo tipo de adversidade — desde mortos-vivos até lagartos gigantescos.

O estilo de visão também foi ligeiramente alterado para comportar o escopo mais limitado do jogo, trazendo uma câmera isométrica com um sistema de pontuação que fará os jogadores mais antigos perceberem um quê de Pitfall — especialmente se considerarmos o aspecto Maia do misterioso cidadão que resolveu acompanhar Lara Croft em suas peripécias.

Na hora da batalha, a ação fica facilmente visível por todos os ângulos, uma diferença considerável dos Tomb Raider. Ainda mais se considerarmos que as hordas de inimigos são despachadas de uma forma bastante acéfala, apenas detonando tudo o que vier pelo caminho sem muita consideração pelo bem-estar dos ambientes ao redor.

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