
A ideia da Bethesda para Brink é bastante clara: criar um experiência complexa, um “mix” de estilos e jogabilidades, a fim de criar algo variado e rico. Afinal, a vida não se divide em apenas tiros, socos ou estratégias, certo? Bem, pelo menos é isso o que pensa o diretor criativo da empresa, Richard Ham, que em entrevista recente ao site Gamespot.com surgiu com mais detalhes sobre o que, exatamente, se pode esperar de Brink.
Entre os principais detalhes, o representante da Bethesda falou da possibilidade de se levar o jogo tanto online quanto offline, sem que absolutamente nada seja alterado. Mas essa não é a única característica singular do título. Afinal, quem — excetuando-se os criadores de Final Fantasy, talvez — teria pensado em uma superestrutura ecologicamente correta pairando sobre a Terra?
Um paraíso ecológico dilapidado
A excentricidade do conceito de Brink começa já na história do título, absolutamente ressonante com as preocupações atualmente em voga. No centro de tudo, está o “Ark”, um paraíso ecologicamente correto, construído entre 2005 e 2015. Trata-se de uma estrutura totalmente livre de emissões de carbono que flutua confortavelmente sobre um planeta Terra absolutamente comprometido com percalços ambientais.
Inicialmente, a estrutura experimental era o lar de apenas cinco mil seres humanos sortudos. Entretanto, com o passar dos anos, a Humanidade descobriu que o controverso Algor podia mesmo ser tomado como oráculo: a temperatura no planeta de fato subiu, e (quem diria?) as calotas polares derreteram consideravelmente, diminuindo consideravelmente a porção de terra habitável.
Nenhum comentário:
Postar um comentário