
Para os que não conhecem o jogo, cada volume traz uma enorme seleção de personagens que podem ser agrupados em times – em alguns casos você pode até deixar outros personagens para fora da arena, ajudando apenas com rápidas intervenções momentâneas.

Para os que não conhecem o jogo, cada volume traz uma enorme seleção de personagens que podem ser agrupados em times – em alguns casos você pode até deixar outros personagens para fora da arena, ajudando apenas com rápidas intervenções momentâneas.

• Jogue com personagens múltiplos com habilidades especiais.
• Mais de 18 armas incluindo lançadores de foguetes para derrubar helicópteros.
• Controle tanques, helicópteros, barcos e mais.
• Recrute e controle membros de gangue.
• Interrogue prisioneiros.

Antes dos Gran Turismos, Burnouts, e Need for Speeds da vida, um jogo era a mania dos necessitados por velocidade virtual, esse jogo era Top Gear.
Lançado para Snes em sua época áurea, Top Gear era o top das corridas virtuais. Com opções de jogo inéditas para época e com certas peculiaridades que games de corrida atuais sequer sonham em realizar, Top Gear foi um game marcante da geração 16 bits e que ainda hoje tem a estima que merece pelos gamers.
Logo de cara, a primeira coisa que surpreende em Top Gear é a qualidade de suas músicas, um ótimo exemplo disso é a musica de introdução do jogo, chamada Mad Racer. Quem ouviu não se esquece nunca mais, e quem se esqueceu e a ouve de novo se sente nostálgico no mesmo instante. Aliás, quanto a música de introdução do game, muita gente a tem como toque de celular, seja ele monofônico ou polifônico (inclusive quem aqui escreve).
Não apenas a música de introdução do game é boa, todas as músicas que tocam desde os menus do game até as que tocam durante as corridas são muito boas, boas demais para a época de seu lançamento, ou para um game de corrida em geral, principalmente naquela época. Melhores, inclusive, que muitas composições atuais para games do gênero.
Outro ponto que era atrativo na época do game, eram seus efeitos de som, desde uma freada, até o som do turbo dos carros, tinham para si um efeito de som diferenciado, funcional e bastante bem feito para um dos games da primeira boa leva de games do SNES.
Outro aspecto diferencial de Top Gear é a quantidade de competidores, são 20 carros na pista ao mesmo tempo, que apesar de não passarem de modelos de carros sempre muito parecidos um com o outro, não atrapalham o desenrolar do game. Este fato é tão incrível, de certa forma, que desde Top Gear, pouquíssimos outros games de corrida conseguiram atingir estes números de competidores ao mesmo tempo na pista.
Conclusão: Top Gear com certeza marcou uma geração, a minha geração. Quem nunca jogou Top Gear praticamente não teve infância nos anos 90 e quem não gosta, ou pelo menos não tem uma boa lembrança do game, não tem um coração videogamístico e tenho dito. Aconselho a todos que experimentem um pouco de Top Gear, para que conheçam um dos games de peso que deram origem aos games de corrida atuais, é diversão garantida, um clássico!!!!



O novo Call of Duty está sendo desenvolvido pela Treyarch, a mesma responsável por World at War. Desta vez, o jogador viverá vários momentos da Guerra Fria, passando por países como Vietnam, Cuba e Rússia. A promessa é uma campanha intensa e encharcada pela brutalidade da guerra.
Quem já conhece a franquia provavelmente notará várias semelhanças, principalmente em relação a Modern Warfare. Assim como no game que retrata conflitos modernos, Black Ops trará missões em que o jogador deve controlar a câmera de uma aeronave e dar ordens aos soldados que lutam no campo de batalha. Além disso, o título contará com várias armas novas, incluindo até mesmo um poderoso arco e flecha.
Black Ops conta também com um modo multiplayer cooperativo para até quatro pessoas. Desta vez, contudo, não se trata de simples missões isoladas da campanha. Em vez disso, os parceiros participarão da campanha integral do título.

Que tal encarar as maiores feras da mitologia Greco-romana? Neste jogo de ação e aventura, baseado no remake do filme clássico Fúria dos Titãs, isto é possível. O game coloca o jogador nas batalhas épicas entre humanos e deuses como Hades e Zeus, em ambientes como pântanos, montanhas e até mesmo nas profundezas do Inferno.

Conforme visto no site Kotaku, a Square Enix finalmente decidiu qual será a data de lançamento para Kingdom Hearts: Birth by Sleep. O jogo de PSP que já havia sido lançado no Japão chegará aos solos ocidentais no dia 07 de setembro, apenas alguns dias depois do término do inverno (período previsto anteriormente).
A história girará em torno de três personagens principais — sendo que cada um deles tem direito a uma campanha única — ao lado de quatro modalidades multiplayer que incluem confrontos diretos, modalidades de arena e as curiosas “Command Board” e “Rumble Racing”.
A demora será medianamente compensada através de conteúdos extras que não estavam presentes na versão japonesa do jogo de aventura. Uma delas é a batalha contra um chefe inédito, enquanto a outra é a coleção expandida de adesivos. No trabalho de tradução e narrativa estão atores como Leonard Nimoy, Willa Holland, James Woods e Jesse McCartney.
Além da edição avulsa do jogo (que será comercializada por US$ 39,99) os compradores encontrarão também uma edição limitada do console (um pacote contendo o jogo e pintura diferenciada) por US$ 199,99.

Como já é tradição desde 1998, a Electronic Arts lança um título comemorativo para acompanhar o maior evento de futebol do planeta: a Copa do Mundo. Desta vez, o foco é na ambientação e na experiência para tentar recriar o clima de espetáculo e das festividades que fazem parte do evento da África do Sul.
Trazendo uma melhoria significativa na participação dos torcedores e na apresentação visual, o título tenta se estabelecer como mais do que um simples “tie-in” ou algo que explora a fama da Copa. As mudanças na jogabilidade complementam este fato e fazem com que o game seja uma iteração da franquia completa por si só.

É realmente difícil transformar um “mod” — modificação — em um game completo. Ainda mais quam o assunto é um “mod” muito famoso. DotA (Defense of the Ancients) é um dos modos de jogo não-oficiais mais prestigiados pelos fãs de Warcraft 3, e o pessoal da S2 Games resolveu desenvolver um título baseado explicitamente no tão conhecido “mod”. Surge, então, Heroes of Newerth.
A proposta deste jogo é a mesma de DotA: o jogador controla um herói e deve evitar que os inimigos destruam uma estrutura principal na base. No mapa principal, são três os caminhos primários — as tão conhecidas “lanes” — de uma base à outra, sendo que cada um dos caminhos é protegido por torres. Enquanto o pessoal da Legion defende a Tree of Life, a facção Hellbourne protege a estrutura descrita como Sacrificial Shrine.
Levas de combatentes controlados pela inteligência artificial do jogo — os famosos “creeps” — são liberadas de tempos em tempos e entram em combate automaticamente com as unidades inimigas, sejam heróis, torres ou outras unidades. O resultado? Combates espetaculares, recheados com diversas magias e habilidades destrutivas.
Existe um sistema de nivelamento (1 a 25) baseado em pontos de experiência adquiridos na matança. O ouro também é extremamente importante na jogabilidade, pois leva o jogador a criar objetos através de receitas indicadas nos vendedores de itens. Tudo é muito bem organizado: componentes à esquerda e “recipes” à direita. Há, também, divisão por categorias e o jogo até mesmo lista alguns itens recomendados para o herói controlado.
Compreender os princípios básicos da jogabilidade é obrigatório e faz com que o gamer assimile a seguinte ideia: não morrer é quase tão importante quanto matar. Pois é, a energia vital e os pontos mágicos devem ser administrados com muita sabedoria para que o personagem controlado não pereça facilmente em combate e as diferentes habilidades possam ser aplicadas nos momentos oportunos.
Familiar é apelido
HoN carrega o legado de vários protagonistas de DotA. Em alguns casos, mudam apenas os nomes do herói e das habilidades. Exemplos de relações similares? O Tormented Soul de DotA (Leshrac) é conhecido como Torturer, enquanto a Death Prophet (Krobelus) se transformou em Defiler e o Stone Giant (Tiny) virou Pebbles. O grande monstro escondido no mato, Roshan, agora é conhecido como Kongor.

Hoje pela tarde a nova aventura de Ezio finalmente foi anunciada pela Ubisoft. Imagens da suposta capa de Assassin's Creed: Brotherhood já vinham circulando pela internet desde a semana passada e a Ubisoft havia dito que ela era legítima. A campanha single-player durará cerca de 15 horas, de acordo com o Press Release oficial.
Um palco vivo
A cidade de Roma é uma vez mais o local da história. Desta vez a cidade se apresentará mais viva do que nunca, com comportamentos imprevisíveis para seus habitantes e melhorias dinâmicas ao longo da campanha, propiciadas pelos seus próprios investimentos (agora o seu dinheiro não serve apenas para embelezar a residência).
Da Vinci e outras personalidades terão participação, principalmente no desenvolvimento e descoberta de outras armas secretas. Por fim, a Ubisoft Annecy — responsável por Splinter Cell: Conviction — ficará encarregada pela porção online do game. Por ora não há nenhuma data definida para o lançamento, a não ser a previsão para o final deste ano. O jogo está sendo criado para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Com Toy Story 3 parece que teremos novamente um jogo realmente satisfatório, desta vez desenvolvido pela Avalanche Software. Nos consoles a ação de Buzz, Woody e companhia trilhará a rota de plataforma, quebra-cabeças e ação, com direito a muitas fases inspiradas nos filmes, mas também com conteúdo extra de sobra.
O primeiro é o modo para dois jogadores na mesma tela (split-screen). O grande detalhe é que os dois não são necessariamente obrigados a cumprir com as mesmas tarefas e missões (algo que discutiremos a seguir). Um pode sair passeando pela tela fazendo o que desejar, enquanto o outro cumpre com os objetivos, por exemplo.
Um mundo esperando para ser descoberto
Mas o mais curioso é o modo chamado de “Toy Box”, ou simplesmente caixa de brinquedos. Por ele você seleciona um dos mais notáveis personagens do filme — dentre a Jessie, Buzz e Woodie — para fazer o que há de melhor neste universo: brincar e interagir com os cenários, personagens e brinquedos disponibilizados.
É por este modo que você interage com os demais personagens, podendo coletar missões, brincar com os veículos (e montarias) para explorar as fases da forma como desejar, quase como em um jogo de mundo aberto.
Um incentivo para que o jogador continue explorando são os diversos itens dados, tais como bastões que servem para você dar cheque nas demais criaturas e destruir partes do cenário (sim, a aventura pode tomar este rumo) e as diversas decorações para você deixar tudo com a sua cara.


As cenas escuras, que contam exclusivamente com a presença do craque Lionel Messi, exibiram alguns dribles, animações de chutes e de domínio da bola, em conjunto com diversas frases que saltaram pela tela. Elas citam a genialidade e a magia dos lances, a história do futebol e os confrontos entre gigantes.
Mas de todas elas, a que mais chama a atenção é a última: “Engineered for Freedom”, isto é, projetado para a liberdade. O que isto significa? Você descobrirá abaixo, com os primeiros detalhes da nova edição!
Uma transformação completa
De acordo com as palavras de Jon Murphy, o líder do time de desenvolvimento europeu de Pro Evolution Soccer, esta edição será a reformulação mais ambiciosa de toda a franquia. Ele afirmou que era tempo para que essa transformação ocorresse e que eles mantiveram contato constante com os jogadores para descobrir exatamente o que faltava na série.
resultado imediato desta pesquisa pode ser observado no novo sistema de controle, que agora (de acordo com as palavras da Konami) permitirá absoluto e completo controle dos movimentos e da bola, abrangendo passes, chutes a gol, cobranças de laterais e até mesmo lançamentos em profundidade.
Para tal entram em cena controle de 360 graus e novas barras de medição de intensidade que permitem ao jogador determinar a exata posição e velocidade dos passes no campo. Será possível usar jogo de corpo para tirar os adversários da bola, mas em contrapartida os companheiros e os passes não serão totalmente automatizados. Os jogadores terão que dosar muito bem o pé para acertar até mesmo os mínimos passes e tirar vantagem da velocidade.
A velocidade e o ritmo da partida
Com esse controle mais complexo, Pro Evolution Soccer 2011 contará com um ritmo de jogo mais compassado, que se baseia na velocidade dos toques entre os companheiros como a principal arma para que se chegue eficientemente ao ataque. Corridas de um lado ao outro do campo serão praticamente ineficazes, haja vista que os jogadores se cansarão e que a defesa do adversário se estruturará rapidamente.

Tim Willits, diretor de criação de Rage, falou a respeito sobre a nova engine idtech5 e as possibilidades criadas por esta nova tecnologia. Todavia o foco da apresentação foi a jogabilidade diferenciada de Rage, um título que promete misturar muita ação, tiro e corridas.
Mad Max que se cuide
Para quem não sabe do que se trata, a trama de Rage é ambientada no futuro, quando um asteróide atingiu a Terra e destruiu a maior parte da civilização. Neste cenário você assume o papel de um sobrevivente de uma espécie de “arca” que foi danificada quando o tal asteróide atingiu a Terra.
Ciente da calamidade que se aproximava o governo criou várias estações independentes, as arcas, nas quais grupos previamente selecionados foram acomodados para se proteger do impacto e como já era de se esperar os poucos que ficaram na superfície se transformaram em mutantes grotescos.
Depois de despertar de um longo sono criogênico os sobreviventes abrigados nas arcas devem lutar pela sua vida, pois além das ameaças naturais eles ainda têm que enfrentar a vontade de uma força onipresente conhecida apenas como Authority (Autoridade), que contratou exércitos de mercenários para capturar ou matar qualquer pessoa que tenha saído de uma das “arcas”.
Do seu jeito
A demonstração mostrou quão detalhado é o jogo. Conforme o protagonista perambulava pelo cenário dizimando mutantes foi possível conferir o cuidado dedicado aos visuais e a construção do título. A paisagem desolada, as roupas surradas e até mesmo a personalidade dos NPCs (personagens secundários) fazem com que o jogador pause a ação ou retorne a um determinado local ou evento para poder apreciar todas as nuances.
Segundo Willits, o jogo oferece um mundo aberto, porém conta com uma estrutura bem direta. Se o jogador quiser explorar o cenário ele poderá andar a esmo, dirigir pelo deserto ou explorar as diferentes cidades presentes no mapa. Entretanto, se você preferir entrar de cabeça na ação basta seguir o roteiro e realizar as missões da campanha, quem escolhe o como e quando você realiza estas tarefas é o próprio jogador.

Rebobinando a fita
Não é algo necessariamente ruim quando uma franquia retorna a épocas anteriores, embora demonstre claramente que os últimos esforços não deram o resultado esperado. O estilo original de Prince of Persia sempre foi o preferido dos fãs e, no mundo do 3D, a série composta de Sands of Time, Warrior Within e The Two Thrones é sem dúvida a mais bem recebida.
Agora, em Forgotten Sands, o protagonista é novamente o príncipe que manipula as leis da física ao seu bel prazer, voltando no tempo, congelando água e transpondo distâncias absurdas com um pulo — além de desafiar a gravidade. Mas também é um nobre com muita sede de sangue. Isso porque os combates devem compor uma parte ainda maior do que o normal desta vez.
Ação, muita ação
De fato, muitos podem chegar até mesmo a considerar que a franquia se encaixa no gênero hack n’ slash, pela quantidade de inimigos que o protagonista enfrenta de cada vez; mas talvez um termo mais adequado seja hack n’ skip, já que o objetivo não é decimar todos os oponentes até que não sobre nenhum adversário em pé. Ao invés disso, deve-se matar apenas os principais e em seguida continuar a aventura.

Mas será que Iron Man 2 irá mesmo decolar? Se depender da vontade da Sega, parece que sim. Mais estratégia, mais customização, mais personagens e, é claro, muito mais pancadaria. E mais: uma história diferente para saciar a vontade dos fãs. Preparado? Então segure firme, porque Tony Stark está de volta.
Corrigindo os erros
Bem, diversos sites especializados simplesmente massacraram a primeira aventura de Iron Man nesta geração. Sem dúvidas, a Sega percebeu isto, e decidiu basear-se nas principais críticas para a concepção da segunda aventura. Talvez a melhor novidade seja que, agora, os jogadores terão jogos diferentes nas plataformas diferentes. Ou seja, a versão para PlayStation 3 e Xbox 360 não terá nada a ver com o jogo do PSP e Wii — com exceção da história.
Outra novidade interessante para os fãs é que Samuel L. Jackson, que interpreta Nick Fury nas telonas, emprestará sua voz para o game, assumindo o mesmo papel. Don Cheadle, que é responsável por Rhodes, o famoso War Machine, também mostrará seu talento como dublador no game. Infelizmente, Robert Downey Jr., o próprio Tony Stark, não será ouvido em Iron Man 2. Mas não se preocupem, pois quem assume o papel de Stark é Eric Loomis, responsável por dar voz ao personagem nos desenhos.
Uma boa desculpa para um tutorial
Mas, do que se trata Iron Man 2? Basicamente, o jogo inicia-se com uma cena em que diversos inimigos da Roxxon tentam infiltrar o lar de Stark para roubar informações de Jarvis, a inteligência artificial do Homem de Ferro. A partir deste momento, as coisas passam a ser diferentes em cada jogo.