quarta-feira, 14 de abril de 2010

Transformers: War for Cybertron


Transformers é um termo comum nos dias de hoje. Por mais que muitos tenham aprovado os dois longas-metragens de Michael Bay, diversas pessoas repudiaram as falhas relacionadas à apresentação dos eventos e dos personagens. Ainda assim, os filmes abriram alas para o surgimento de um video game que promete satisfazer os fãs mais antigos dos robôs destruidores.

Desta forma, diversão e fidelidade estão sendo dois pilares importantes durante o desenvolvimento do game. O pessoal da High Moon Studios persiste na tentativa de combinar recursos técnicos de ponta com uma ambientação assustadora. Afinal de contas, a trama gira em torno de combates monstruosamente destruidores entre robôs enormes, não é mesmo?

Dois lados, vários modos

War for Cybertron foca o conflito entre Autobots e Decepticon antes deles saírem de Cybertron — o planeta natal dos alienígenas — e partirem para a Terra. A história do game é dividida em duas narrativas. A trama dos Decepticon antecede a saga dos Autobots.

Na parte Autobot, o famoso Optimus Prime aparece antes de se tornar um Prime em acontecimentos que levam o robô ao líder mais expressivo da raça. Enquanto isso, a história dos Decepticon acompanha Megatron, que tenta fazer com que Cybertron retorne aos tempos de glória. Em apenas uma palavra: caos.

Uma das características mais chamativas sobre a trama dos Decepticon é a forma com que Megatron reúne uma equipe de combate. Há uma missão de recrutamento que ilustra o encontro com um robô denominado Starcream. Outras cenas impactantes fazem referência ao confronto entre o terrível alienígena e um dos antigos líderes dos Autobots, Zeta Prime.

Além do modo single player dividido em duas campanhas, o game conta com um componente multiplayer online que promete arrepiar os fãs de Transformers. Haverá competição e cooperação, sendo que o último permitirá a entrada e saída de jogadores no meio da campanha. Neste caso, até dois outros gamers poderão participar do desenrolar da trama.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Mafia II


Concorrente forte de GTA traz inovações para o gênero, bela trama e revistas sensuais.
Os jogos com mundo aberto estão cada vez mais populares. E, quando falamos nisto, não há como não se lembrar do lendário Grand Theft Auto, um dos pioneiros do gênero. Felizmente, os fãs da Rockstar também podem desfrutar de diversos outros títulos que trazem uma estrutura semelhante aos grandes games da série GTA.

Nesta geração, tivemos títulos como Crackdown, Saints Row e o próprio GTA IV dominando mundos abertos com muito tiroteio. Entretanto, existem outros games que também se aproveitam deste formato, mas carregam a fórmula para outras épocas. Um dos exemplos é a série The Godfather, que já conta com dois jogos nesta geração.

Outro título que também vem chamando bastante a atenção é Mafia II. Desde seu anúncio, este jogo da 2K Games, prima da Rockstar, se demonstra cada vez mais promissor. Além de abordar um período curioso, a década de 1950, auge de organizações mafiosas, o título ainda deve trazer uma jogabilidade sólida e uma trama digna de cinema.

Desta vez, você ficará sabendo um pouco mais sobre o estilo das missões de Mafia II, além da relação com os policiais, esquemas de jogabilidade e outros detalhes como a inserção de revistas Playboy dentro do game. Preparado?

Don Vito que se cuide

Bem, o primeiro Mafia não foi exatamente um grande sucesso nas vendas, mas muitos jogadores e a crítica consideram o game como um clássico subestimado. É claro que alguns pequenos problemas também atrapalharam a decolagem do game, entretanto, tudo deve ser resolvido em sua sequência — pelo menos é isso que a 2K Czech, responsável pelo desenvolvimento do título, promete.

Os fãs de um bom roteiro podem abrir um sorriso. Mafia II terá um grande enfoque na trama, trazendo uma história que abrange a década de 1940 e 1950. No game, você acompanha a carreira de Vito Scaletta, um jovem rapaz que cresceu em um bairro italiano da fictícia cidade de Empire Bay, nos Estados Unidos. Vito, como muitos jovens da época, acaba sendo arrastado para a Segunda Guerra Mundial, mas consegue retornar para seu lar.

Contudo, as coisas já não são mais as mesmas. Ao voltar para casa, Vito percebe que seu bairro está diferente, principalmente na casa de Joe, um de seus vizinhos. Agora, o amigo do protagonista não é mais um simples rapaz, mas sim um cara cheio de mulheres, dinheiro e capaz de fazer com que Vito nunca mais tenha de voltar para o exército. É claro que esta última oferta deixa o jovem curioso, servindo de pretexto para a jornada.

sábado, 10 de abril de 2010

Red Dead Redemption


Sele a montaria, carregue a espingarda e junte-se a gangue!
Imagine Grand Theft Auto ambientado no Faroeste estadunidense, agora extrapole os limites “criminosos” da franquia GTA e você terá Red Dead Redemption. A continuação de Red Dead Revolver, título que acabou passando meio despercebido no PlayStation 2, está selando as montarias para uma cavalgada de sucesso.

A flexibilidade moral dos heróis da Rockstar é uma marca registrada da desenvolvedora, entretanto Red Dead Redemption promete ir muito mais fundo, trazendo para os video games a fronteira sem lei do Velho Oeste, onde homens transitavam livremente entre o banditismo, o heroísmo e a vida simplória.

Mas tudo isso é apenas o começo, pois o modo multiplayer promete ainda mais aventuras, tiroteios e cavalgadas pelos desertos, pradarias e cidades norte-americanas do século XIX — durante a expansão da fronteira dos Estados Unidos e os avanços até o Pacífico.




quarta-feira, 7 de abril de 2010

Spider-Man: Shattered Dimensions


Quatro universos estão prestes a se colidir no novo game do Homem-Aranha.
A Actvision se arma para tentar reviver o nome do Homem-Aranha no mundo dos jogos, concedendo à Beenox — desenvolvedora responsável pela elaboração de jogos como Guitar Hero: Smash Hits — o direito de trabalhar na nova aventura, intitulada Spider-Man: Shattered Dimensions.

Diferentemente dos capítulos passados — que apelaram para os filmes — o novo episódio tomará como fonte de inspiração a origem do herói, isto é, os gibis, que mostraram inúmeras formas e versões alternativas do herói pegajoso.

Para cada universo, uma reação!

A premissa básica do jogo é de que fragmentos de uma inscrição se perderam por quatro dimensões. Ainda não há como saber se todos estes pontos do universo serão ligados de alguma forma, mas o que importa é que em cada um deles reside uma forma de Homem-Aranha.


A primeira delas é o Homem-Aranha Noir, um herói sinistro que vaga pelas sombras, deixando como marca de seus ataques ao crime as teias, dependuradas pelas paredes e telhados. As roupas claras foram substituídas pela máscara de couro e pela jaqueta escura, que são perfeitamente condizentes com o restante da paisagem.

Tanto o astro quanto os inimigos carregam consigo armas de fogo (ainda que os “gângsters” da cidade levam vantagem graças às metralhadoras automáticas, que podem ser vistas no trailer colocado acima). Os cenários carregam fumaça e poucas cores, lembrando ligeiramente o visual de Batman: Arkham Asylum. Assim como no jogo com Bruce Wayne, o objetivo no universo Noir é percorrer o máximo de tempo pelo escuro, evitando que os inimigos o vejam, de forma que sejam preparados ataques letais.

Amazing Spider-Man!

Do lado oposto temos o Homem-Aranha retirado da série Amazing, que é muito mais próximo da visão passada pela série animada. Ao contrário do guerreiro das sombras, a versão Amazing — com as tradicionais vestes em vermelho e a azul — parte para cima dos oponentes, utilizando socos e os golpes com teia.

Quando citamos as combinações com teia, nos referimos à possibilidade de jogar inimigos pelos ares, de formar bolas de teia e acertar os malvados e até mesmo de criar ondas de impacto depois de um longo salto. Vale lembrar que os efeitos gráficos são desenhados nesse mundo, o que lhe confere um visual mais animado.

Os combates nessa fase são rápidos, com direito a manobras por todos os lados, esquivas e a tradicional navegação pelo cenário, com as teias sendo jogadas de parede em parede. Curiosamente, alguns dos chefes e ataques especiais trarão sequências de golpes em primeira pessoa, seguidas de várias provocações ao estilo Peter Parker.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

NIER


Até que ponto você iria para salvar sua família?
O pouco que se sabe sobre Nier já deixa claro que a pergunta foi respondida pelo protagonista do jogo com muito sangue, haja vista que ele resolveu destruir tudo e todos para salvar a sua filha, Yonah — contaminada pela peste, Black Scrawl.

A trama é mantida em segredo, sendo que a equipe de desenvolvimento revela somente algumas poucas informações para aguçar ainda mais a curiosidade dos jogadores. De concreto apenas os fatos de que o título é ambientado no ano de 2049 e que uma doença misteriosa — criada em laboratórios por conta de um erro enquanto procurava-se a cura de outra praga.

O pior de tudo é que o tal experimento não deu origem apenas a “black scrawl” (nome dado a nova doença), mas também a uma horda de criaturas feitas de sombras que atacam os seres humanos sem qualquer perdão.


Em boa companhia

A última demonstração do jogo revelou um pouco mais da dinâmica de jogo, além de apresentar alguns dos personagens secundários que acompanharam o protagonista ao longo da sua jornada em busca de uma cura para a sua filha.

Será que eu encontro a   cura na Barsa!Em uma visita ao reino de Facade o jogador descobre um cenário diferente, porém não menos desolado. Quando das festividades do casamento do rei com uma antiga conhecida de Nier, você descobre que algo está errado na cidade, que de tão seca é banhada somente por um rio de areia.

Na demonstração foi possível conferir o sistema de gerenciamento de itens e negociação. O jogador contará com as tradicionais lojas de campanha, nas quais poderá adquirir novos equipamentos e armas. Ao todo são 30 armamentos diferentes, sendo que cada um deles ainda poder ser incrementado posteriormente (upgrades).

Para arrecadar dinheiro para novos itens e matéria-prima para melhoras seus equipamentos, você deverá embarcar nas inúmeras missões secundárias, além de participar dos vários minijogos baseados em atividades diárias como pescar, jardinar ou abater ovelhas.

sábado, 3 de abril de 2010

UFC Undisputed 2010


Não era preciso ser nenhum perito em artes marciais variadas para perceber que a primeira incursão da UFC nos vídeo games foi, no mínimo, esquecível. Mas, enquanto a versão original lançada em 2000 para PlayStation original e Dreamcast mancava um bocado, o recente UFC Undisputed 2009 finalmente pode dar o tratamento que o MMA (mixed martial arts) realmente merecia.

Mas sempre é possível melhorar, não? Essa foi a premissa da desenvolvedora Yuke’s ao conceber a próxima edição da série, UFC Undisputed 2010: corrigir omissões, dar mais fluidez às jogabilidade e tornar as animações mais realistas. Adicionalmente, diversas possibilidade novas para fazer o seu oponente beijar a lona. Mas, para experimentar essas melhorias, primeiro é preciso criar o seu campeão em potencial, certo?

Novo modo carreira

Não. O modo carreira não vai mais jogá-lo diretamente entre as estrelas da UFC para simplesmente começar a distribuir golpes. Longe disso, aqui você começa no nível mais baixo da WFA (World Fighting Alliance), nas ligas menores. A ideia então é galgar o árduo caminho até o topo, angariando patrocinadores e treinando para melhorar suas habilidades.

Mas para isso você precisará de um diamante bruto, é claro. E é justamente na criação de personagens que UFC 2010 garante um dos maiores diferenciais em relação à edição anterior. Em vez de simplesmente escolher o estilo de golpes e agarrões do seu lutador, o novo esquema “create-a-fighter” abarca tanto as características mais básicas até detalhes puramente cosméticos.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Final Fight: Double Impact


De volta aos tempos do arcade.

Dois títulos de 1990 da Capcom para máquinas de arcade estão de volta em uma emulação com gráficos realísticos, Final Fight: Double Impact. O download estará disponível para PSN e XBLA no dia 14 de abril deste ano por 10 dólares (PS3), ou 800 Microsoft Points (X360).

O nome sugere que a atração principal é o beat'em up side-scrolling Final Fight – talvez até animando os fãs com uma possível continuação –, mas trata-se de um pacote que também oferece o jogo Magic Sword. Ambos são clássicos que tornaram a infância de muitas pessoas mais mágica, podendo agradar aos fãs do estilo retro também.

Logo na tela principal, há duas atraentes máquinas de arcade a serem escolhidas e muitas opções de configurações. São preferências que enriquecem a experiência com pequenos detalhes que fazem toda a diferença. É possível alternar o visual e aplicar uma tela estilo arcade – com bordas e detalhes de distorção visual –, no formato widescreen e até com qualidade HD, além de outros padrões.

A parte de "gráficos realísticos" é apenas uma referência da fidelidade com as versões antigas dos títulos, mas é permitido aumentar um pouco a qualidade se desejado. Os sons seguem essa mesma ideologia nostálgica, com a variante polida – que produz menos ruídos – ou a versão original.

Final Fight

De volta a 1989, Final Fight era para ser um sequencia do primeiro Street Fighter. Só que como o conceito de jogabilidade recebeu uma grande alteração, o nome atual foi deposto. Trata-se de um beat'em up simples, havendo e as únicas preocupações são: bater nos bandidos em seu caminho, atingir um bom score e, o principal, se divertir.

Três heróis estão à disposição, e o número máximo de jogadores suportado são dois em modo cooperativo. Com a trama ocorrendo na cidade fictícia de Metro City, Haggar é o prefeito que teve a sua filha, Jessica, raptada pela gangue The Mad Gear. Cody é o namorado da garota e junto com seu amigo, Guy, tentarão realizar o resgate.

Haggar é um lutador profissional de wrestling, Cody é mestre em artes marciais e Guy é um ninja. Isso deixa claro que os vilões não têm muita chance ao utilizarem a metodologia tradicional deles de mandar vários grupos pequenos para desafiar os heróis.

Uma bela curiosidade é o fato de que Cody e Guy já marcaram presença na franquia de Street Fighter. Inclusive, eles estão presentes entre os novos lutadores em Super Street Fighter IV. No jogo, Cody está vestido de prisioneiro depois de assumir toda a culpa dos atos criminais em Metro City (parece que a lei é contra brigar na rua e quebrar propriedade privada), poupando Guy das acusações.